09/02/2012
Chemtech desenvolve novo projeto para o Complexo Petroquímico do Rio de Janeiro
Mesmo após a conclusão do FEED do Comperj, as obras do futuro complexo petroquímico continuam rendendo
novas oportunidades para a Chemtech, alavancadas pela parceria entre a empresa e epcistas do empreendimento. O grupo de flexibilidade, dentro da disciplina de tubulação, acaba de conquistar o terceiro aditivo no projeto de desenvolvimento de memórias de cálculo para a Unidade de Coqueamento Retardado (UCR) da planta itaboraiense, junto à Techint e à Andrade Gutierrez.
Com este adendo no contrato, que vem sendo executado desde novembro do ano passado, a equipe desenvolverá cerca de 30 análises e relatórios, baseados no arranjo recebido do cliente. Utilizando o software Caesar, o grupo verifica equipamentos, tensões, pontos de sustentação, dentre outras variáveis, sugerindo, muitas vezes, mudanças nas linhas e componentes.
O know-how necessário para desenvolver este projeto, mesmo com a experiência adquirida durante o FEED do Comperj, acabou vindo de outro grande empreendimento da empresa. “Fizemos análises similares para a UCR da Rnest e em breve começaremos a desenvolver memórias de cálculo para o projeto da OSX. Acredito que esta experiência tanto no downstream quanto no upstream poderão ser um diferencial para a Chemtech na área de tubulação”, destaca a líder do projeto, Tathiana Peixoto.

















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