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07/11/2012

Chemtech visita obras do Estaleiro do Porto do Açu

Executivos se reúnem com a Petrobras e apresentam planejamento do detalhamento das FPSOs do pré-sal

Vista aérea das obras no Porto do Açu

O CEO da Chemtech, Daniel Moczydlower, o diretor de Projetos, Gildeon Filho, e a gerente geral de Projetos, Cintia Rodrigues, visitaram as obras do Estaleiro do Porto do Açu, localizado no município de São João da Barra, região Norte Fluminense (RJ). Na ocasião, os executivos se reuniram com a Petrobras, cliente final do projeto de detalhamento de oito módulos para cada uma das FPSOs replicantes do pré-sal. A Chemtech foi contratada pela Integra Offshore (consórcio formado por Mendes Júnior e OSX) e também fará a integração de duas unidades dos FPSOs: P-67 e P-70.

Os módulos do Pacote 1 das plataformas P-67 e P-70 serão construídos no Estaleiro do Porto do Açu. Os executivos puderam acompanhar o andamento das obras do estaleiro e avaliar possíveis riscos e caminhos críticos que possam causar algum impacto para as plataformas. Eles também aproveitaram para apresentar o planejamento do projeto das FPSOs para a Diretoria de Engenharia da Petrobras.

Para Gildeon Filho, a visita causou muito boa impressão pelo andamento da obra do estaleiro e pela sua magnitude. “O empreendimento do Porto do Açu é uma obra de proporções gigantescas, para a qual acredito não haver nada similar hoje no Brasil. Além do estaleiro, que terá capacidade para construção de navios e FPSOs, jaquetas de plataformas fixas e módulos, haverá também no seu entorno todo um complexo industrial metal-mecânico e siderúrgico, além de um conjunto de empresas fabricantes de equipamentos que ali deverão se instalar com o intuito de aproveitar a sinergia com o estaleiro e com o porto”, ressalta.

Segundo o executivo, o resultado da reunião foi positivo e, ainda, abriu portas para o estreitamento das relações com as empresas envolvidas. “A Petrobras ficou muito satisfeita com o andamento das obras do estaleiro e, no que diz respeito ao projeto de engenharia, a Chemtech mostrou como o seu planejamento está alinhado com as expectativas da Petrobras de cumprimento dos marcos importantes do projeto. Também pudemos mostrar nossa preocupação e alinhamento quanto à elaboração do projeto, tomando como base métricas internacionais (peso dos módulos, quantidade de aço, quantidade de instrumentos, etc.), de maneira que o empreendimento não tenha desvios em termos de prazo e custo, quando comparado aos padrões internacionais. O feedback da Petrobras e do consórcio MJ/OSX foi muito positivo”, conclui Gildeon.

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