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20/07/2012

Novo Centro de P&D Siemens/Chemtech terá certificação LEED

Prédio estará entre os 15 sustentáveis do país
Em atenção às questões que permeiam a sustentabilidade, o prédio que abrigará o novo Centro de P&D Siemens/Chemtech já deu início ao processo de certificação LEED (Leadership in Energy and Environmental Design), de empreendimento sustentável. A construção tem a meta de atingir o grau de certificação Gold, nível que apenas 15 edifícios no país possuem.

A concessão do selo americano está sendo monitorada pela OTEC, empresa responsável pela consultoria e acompanhamento de todo o processo de certificação, desde o acompanhamento da concepção do projeto até as etapas finais de obra.

André Borges, coordenador do processo pela OTEC explica que durante a obra são realizados diversos estudos como, por exemplo, iluminação natural nos espaços de trabalho, eficiência energética e desempenho da edificação, conforto dos usuários, benefícios para os ocupantes e consumo de água.

“A partir daí, em conjunto com a Siemens, estratégias são traçadas para melhorar o desempenho geral da edificação em todos os aspectos de sustentabilidade. Depois disso, a obra é acompanhada do início ao fim de sua execução, sendo periodicamente auditada para assegurar que todas as premissas ambientais estão sendo observadas”, afirma André.

Estratégias
Ainda segundo o coordenador, essas estratégias envolvem a seleção de equipamentos hidrossanitários com baixo consumo de água e captação da água da chuva. Além disso, o prédio terá equipamentos e sistemas com desempenho superior aos tradicionais, com uma edificação projetada para minimizar o impacto solar no edifício, de maneira a reduzir o consumo energético com ar-condicionado. O projeto de luminotécnica foi concebido para minimizar a utilização da iluminação artificial, com controles automáticos de ligamento e desligamento, além de potência de consumo reduzida.

“Globalmente, estas estratégias têm um impacto no consumo anual de energia da edificação com ganhos expressivos, que se traduzem em economia real à Siemens/Chemtech”, finaliza.

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