10/07/2012
Visão de futuro
A Rio+20 terminou no mês passado deixando muitos desafios que precisarão ser enfrentados por governos, empresas e sociedade em um cenário de longo prazo para nós, embora seja curto para o meio ambiente. A Chemtech, preocupada com a sustentabilidade do planeta, elabora projetos na área de eficiência energética, atuando no mercado com consciência ambiental.

Para o secretário-geral das Nações Unidas, Ban Ki-moon, “os compromissos anunciados no Rio são os tijolos e o cimento” para formar a base da próxima fase da jornada para o desenvolvimento sustentável. Para esta nova etapa, entra em cena uma visão colaborativa de futuro, pautada por boas práticas adotadas por todos desde já.
Foi com base nessa visão de trabalho e esforço conjunto para os próximos anos que nasceu o projeto Visão Brasil 2050, organizado pelo Conselho Empresarial Brasileiro para o Desenvolvimento Sustentável (CEBDS) e lançado em evento paralelo à Rio+20. Feito com as empresas e para as empresas, o documento apresenta uma visão de futuro sustentável e qual o caminho para alcançá-lo a partir do cenário atual. É um ponto de partida, uma base para o planejamento estratégico das empresas brasileiras e para o diálogo com os governos e a sociedade, facilitando a identificação de metas objetivas conjuntas e individuais.
Tendo como ponto inicial o estudo internacional Vision 2050, foram realizados diversos workshops com os representantes de empresas de diferentes setores para construir o documento tropicalizado. Em setembro de 2011, durante o Congresso Internacional Sustentável 2011, empresas, ONGs, academia e governo foram convidados a dar suas contribuições decisivas ao resultado final. “Foi muito enriquecedor participar deste processo de tropicalização de um documento tão completo e importante para o planejamento estratégico. Durante os workshops foi possível conhecer pessoas das mais diversas áreas, experiências e visões de futuro”, ressalta a especialista em Sustentabilidade, Lívia Farias.
A Chemtech deu suas contribuições para as áreas de energia e eletricidade, nas quais, a previsão é que até 2020 haja um significativo aumento no consumo final de gás natural e etanol contra uma redução do consumo de derivados de petróleo e carvão vegetal. O estudo afirma que até 2050, estará consolidada no país uma economia de baixo carbono, com tecnologias inovadoras de geração de energia e eficiência energética. Participaram dos encontros, além de Lívia Farias, o diretor de P&D, Roberto Leite, o gerente Comercial, Rafael Teixeira, e a coordenadora do RH, Cristina Maretti.
Para Rafael, o projeto estimulou os participantes a pensar o cenário brasileiro “em um horizonte de 40 anos, mostrando que temos muito a mudar e ainda outras mudanças que irão além de 2050”.
Segundo ele, “a estratégia da Chemtech é pensada em um horizonte de cinco a dez anos, pautada no equilíbrio entre o cliente, o empregado e o acionista”.
“O projeto do CEBDS permitiu uma troca de experiências em como medir, quais os verdadeiros valores que podemos gerar e como buscar a real sustentabilidade para nosso dia a dia, alinhado com nossos valores”, conclui.





















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